A cVortex aplica um tempo limite de 60 segundos nas integrações, tanto nas requisições que a plataforma recebe de sistemas externos quanto nas que ela envia. Esta página descreve os dois limites, o que acontece quando são ultrapassados e o que considerar ao desenhar fluxos que dependem de sistemas externos.
Toda integração envolve a espera por uma resposta. Quando a cVortex consulta um sistema externo, o tempo até a resposta chegar depende do desempenho daquele sistema. Quando um sistema externo consulta a cVortex, ocorre o inverso.
Para que essa espera não se estenda indefinidamente e comprometa a estabilidade da plataforma ou a experiência do cliente, existe um tempo limite em cada direção. Ultrapassado esse tempo, a requisição é encerrada e tratada como erro.
Limites aplicados
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Limite |
Onde se aplica |
Valor |
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Tempo limite de entrada (inbound) |
Requisições que sistemas externos enviam para a API da cVortex. |
60 segundos |
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Tempo limite de saída (outbound) |
Requisições que o Workflow Studio envia a sistemas externos, por meio da função Integração. |
60 segundos |
Os dois limites são independentes e atuam em pontos diferentes da plataforma. Uma consulta feita por um fluxo a um sistema externo utiliza apenas o limite de saída. Uma consulta feita por um sistema externo à cVortex utiliza apenas o limite de entrada. Eles não se somam em uma mesma requisição.
Tempo limite de saída (outbound)
Cada função Integração aguarda até 60 segundos pela resposta do sistema consultado.
Esse tempo não corresponde ao processamento da plataforma. É a janela de tolerância concedida ao serviço externo. Durante esses segundos, a cVortex está aguardando, não processando.
Quando os 60 segundos são ultrapassados, a resposta é considerada erro. O fluxo segue conforme o tratamento definido na própria função Integração, seja pela interrupção padrão da execução ou pelos caminhos configurados quando as opções de tratamento de erro estiverem ativas.
[CONFIRMAR: comportamento quando a opção Sempre sucesso está ativada. Se o timeout for exposto nos campos status, statusCode e message como qualquer outra falha, acrescentar a frase aqui e também na seção Sempre sucesso da página Integração.]
Na prática, o tempo real depende do desempenho de cada sistema consultado. Uma API que responde em 300 milissegundos não ocupa a janela inteira. O limite de 60 segundos só é atingido quando o sistema externo está lento, sobrecarregado ou indisponível.
Efeito acumulado no fluxo
O limite de saída é aplicado por função, não por fluxo. Um fluxo com várias funções Integração em sequência acumula o tempo de espera de cada uma.
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Funções Integração em sequência |
Tempo máximo acumulado |
|---|---|
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1 |
até 60 segundos |
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2 |
até 120 segundos |
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3 |
até 180 segundos |
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4 |
até 240 segundos |
A tabela representa o pior cenário, em que todos os sistemas consultados atingem o limite. Com sistemas respondendo dentro da média, o tempo total fica muito abaixo desses valores.
Ainda assim, o encadeamento é o fator que mais aumenta a exposição do fluxo à lentidão externa. Sempre que possível, consolide consultas. Uma chamada que retorna todos os dados necessários é preferível a três chamadas parciais.
[CONFIRMAR: relação entre este limite de 60 segundos e o limite de 12 minutos de execução ativa em uma mesma função de integração, descrito em Proteções e limites do Workflow Studio. É necessária uma frase explicando como os dois convivem, provavelmente envolvendo retentativas.]
Tempo limite de entrada (inbound)
A API da cVortex dispõe de até 60 segundos para responder às requisições recebidas de sistemas externos.
Esse limite independe do que motivou a requisição e não tem relação com fluxos do Workflow Studio. Ele se aplica às chamadas que sistemas externos fazem diretamente aos serviços da plataforma.
Ao configurar um sistema que consome a API da cVortex, considere esse valor ao definir o tempo limite do lado chamador. Um tempo limite muito curto pode encerrar a conexão antes que a resposta seja concluída, especialmente em consultas que envolvem volumes maiores de dados.
Impacto no canal de voz
Em fluxos de voz, a espera pela resposta de um sistema externo é percebida como silêncio na ligação. Uma consulta que demora 20 segundos já é suficiente para o cliente supor que a chamada caiu e desligar.
O tempo dessa espera é determinado pelo sistema consultado. Quando uma URA demora a retornar uma informação obtida por integração, a origem da demora está no tempo de resposta daquele sistema, e não no processamento do fluxo de voz. Os 60 segundos representam o máximo que a plataforma tolera antes de considerar a requisição como erro.
Para que a lentidão de um sistema externo não comprometa a ligação:
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Configure em
[NOME DO CAMPO]um tempo de espera menor que os 60 segundos, adequado ao que o cliente tolera ouvindo uma mensagem de aguardo.[CONFIRMAR nome e caminho do campo] -
Defina um caminho de fallback para quando a resposta não chegar no tempo esperado. Por exemplo: transferência para atendimento humano, oferta de retorno posterior ou mensagem de indisponibilidade.
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Dispare a mensagem de aguardo imediatamente antes da chamada externa, nunca depois. O processamento acontece em segundo plano enquanto o cliente ouve a mensagem.
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Evite encadear funções Integração em fluxos de voz. Cada consulta sequencial soma ao tempo percebido na ligação.
Boas práticas
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Meça o tempo médio de resposta de cada integração em homologação antes de publicar o fluxo, simulando também cenários de lentidão e indisponibilidade do sistema consultado.
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Alinhe com o responsável pelo sistema externo qual é o tempo de resposta esperado. Os 60 segundos são o teto tolerado pela plataforma, não a meta de desempenho da integração.
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Consolide consultas sempre que possível, reduzindo o número de funções Integração no fluxo.
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Defina tratamento de erro em todas as integrações cujo dado não seja obrigatório para a continuidade do atendimento.
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Monitore as integrações individualmente para identificar qual delas concentra o tempo de execução do fluxo.